Nos tempos atuais, em que o mercado de trabalho está cada vez mais desafiador, refletimos quase todos os dias sobre o verdadeiro significado de manter pessoas qualificadas engajadas e satisfeitas no trabalho. A busca não é só por resultados, é por conexão. De um lado, empresas precisam entregar mais, com menos. Do outro, colaboradores querem espaço, respeito, bem-estar.
Nesse cenário, a retenção de talentos se revela um dos maiores diferenciais competitivos. A escassez de profissionais qualificados, agravada por fatores como o recuo de 15,6% no saldo de empregos formais observado em setembro de 2025, conforme dados do IBRE/FGV (dados do IBRE/FGV), torna ainda mais clara a necessidade de valorizar quem já faz parte do time.
Mas, afinal, por onde começar? Como criar uma experiência no ambiente de trabalho que motive as pessoas a permanecerem, inovarem e superarem os desafios? Neste artigo, reunimos as 9 práticas que, em nossa experiência, realmente fazem a diferença. Sem atalhos, nem fórmulas mágicas – só aquilo que gera impacto real. Vamos falar de benefícios, autonomia, tecnologia, clima, feedback e, principalmente, de pessoas. E vamos demonstrar como ferramentas integradas, como o Entre horas, podem impulsionar o sentimento de pertencimento e valor.
Transformar o ambiente é cuidar das pessoas, todos os dias.
Por que falar de retenção agora?
A resposta começa pelos números. Em 2025, o engajamento dos trabalhadores brasileiros caiu para 39%, menor índice desde o início da série histórica, segundo pesquisa da FGV EAESP. Isso tem provocado perdas anuais estimadas em R$ 77 bilhões, associadas diretamente ao turnover e presenteísmo (pesquisa FGV EAESP).
O turnover alto custa caro – não apenas financeiramente, mas na energia do time, no tempo investido em integração e na confiança institucional. Em um período marcado por instabilidade econômica e competitividade acirrada, como garantir que os melhores profissionais não busquem outras portas?
Com base em nossa trajetória, aprendemos que a retenção é consequência de uma cultura forte e de experiências positivas no dia a dia. Mas isso não nasce do acaso. Exige método, escuta, adaptação e, principalmente, ação.
Os novos pilares do ambiente corporativo
Falar de ambiente saudável é reconhecer que trabalho não é só sobre resultado. É sobre sentir-se visto, parte de algo maior e respeitado.
A tecnologia tem facilitado a vida do colaborador, promovendo mais agilidade e autonomia, algo que plataformas como o Entre horas demonstram no cotidiano ao integrar processos simples, como a compra de um lanche, ao contexto mais amplo de bem-estar.
Um ambiente corporativo positivo nasce do cuidado com detalhes do dia a dia, e isso se traduz em:
- Senso de pertencimento e acolhimento
- Relações de confiança com líderes e colegas
- Autonomia e espaços para crescer
- Reconhecimento e feedbacks honestos
- Facilidade e conforto nas tarefas rotineiras, otimizando o tempo para o que realmente importa
Com esses elementos presentes, a vontade de "fazer parte" cresce – e o desejo de sair diminui.
1. Benefícios personalizados: o cardápio que faz sentido
Durante anos, nos vimos presos a pacotes de benefícios com pouca flexibilidade. Porém, entendemos que as pessoas não são iguais, nem suas necessidades. Por isso, criar uma jornada de vantagens personalizadas faz toda a diferença.

Segundo estudos recentes, empresas que oferecem benefícios customizáveis possuem maior índice de satisfação entre colaboradores, porque atendem diferentes perfis de vida, fase de carreira e interesses pessoais.
Entre os formatos mais valorizados, destacam-se:
- Cartão flexível (para alimentação, mobilidade, cultura, saúde)
- Planos de saúde adaptáveis ao perfil do funcionário
- Auxílio home office, bem-estar e educação
- Acesso a plataformas internas de conveniência (como o Entre horas), que permitem soluções rápidas no cotidiano
Com o Entre horas, por exemplo, estabelecemos um modelo inovador, onde o próprio colaborador seleciona produtos do cardápio digital e realiza os pagamentos instantaneamente, otimizando tempo e autonomia. Essa experiência reforça o cuidado personalizado e reduz fricções no dia a dia.
O benefício certo faz o colaborador se sentir visto.
2. Plano de carreira: transparência e objetivo claro
Não há nada mais desmotivador do que não saber para onde se vai.
Por isso, a definição e a comunicação de um plano de carreira claro é uma das práticas mais eficazes para motivar permanência e engajamento. Em nossa experiência, investir em trilhas de crescimento, com etapas bem definidas, devolve ao colaborador o controle da própria trajetória.
Os principais pontos para um bom plano de desenvolvimento são:
- Caminhos possíveis de crescimento explicados e mapeados
- Critérios objetivos para promoções e movimentações
- Feedbacks regulares para acompanhamento do progresso
- Treinamentos técnicos e comportamentais alinhados à evolução desejada
Times que enxergam oportunidades concretas de subir e inovar permanecem mais motivados. Como dizemos internamente, gente boa gosta de saber até onde pode ir, e como chegar lá.
3. Sentimento de pertencimento: somos parte do mesmo time
Lembramos vividamente dos momentos em que as pessoas diziam: "aqui faz sentido". Essa frase, aparentemente simples, traduz o que buscamos: pertencimento.
Criar laços genuínos entre equipes, estimulando empatia, respeito às diferenças e celebração coletiva, reduz conflitos e aproxima as pessoas do propósito do negócio.

Fortalecemos esse sentimento quando:
- Promovemos eventos internos e encontros informais
- Criamos espaços de escuta ativa e diálogo horizontal
- Reforçamos valores compartilhados em pequenas ações do cotidiano
- Oferecemos ferramentas – como o Entre horas – que facilitam o acesso a experiências positivas no trabalho
Na prática, sentimos que o pertencimento reduz pedidos de desligamento voluntário, aproxima os colaboradores da missão da empresa e impulsiona níveis de engajamento, como observado na pesquisa conduzida pela FGV EAESP (pesquisa sobre engajamento).
Pertencer é ir além do crachá. É se reconhecer no dia a dia.
4. Feedback contínuo: o valor da conversa real
Já estivemos em empresas que só praticavam feedback anual, quase como uma obrigação formal. Compreendemos, com o tempo, o quanto esta lógica pode ser prejudicial.
O retorno frequente, ágil, e principalmente, honesto, permite ao colaborador conhecer seus pontos fortes, corrigir rotas e sentir-se valorizado.
- Sessões de feedback individuais regulares, valorizando o diálogo e a escuta
- Reconhecimento público de conquistas (sem esquecer os bastidores)
- Métricas claras de desempenho, para embasar discussões e alinhar expectativas
- Uso de dados para identificar tendências de desenvolvimento e propor melhorias (quando possível, utilizando plataformas digitais integradas)
O feedback eficaz acontece no dia a dia, não só na reunião formal. Esse cuidado diminui ruídos, promove confiança e engaja equipes de todas as áreas.
5. Liderança empática: proximidade faz diferença
A liderança é, muitas vezes, o divisor de águas para a permanência ou saída do colaborador. Investir em líderes atentos, disponíveis e empáticos pode transformar o clima e reter talentos por mais tempo.

Destacamos alguns comportamentos essenciais na liderança que mais retêm pessoas:
- Dedicar tempo genuíno para ouvir dores e sugestões
- Praticar reconhecimento consistente
- Dar autonomia, mas apoiar nos momentos difíceis
- Auxiliar na gestão de conflitos, priorizando respeito e solução
- Ser exemplo de equilíbrio entre resultado e qualidade de vida
Ao promovermos programas de desenvolvimento de líderes, percebemos redução significativa no índice de turnover e aumento dos relatos positivos no clima interno.
6. Autonomia com responsabilidade: liberar para confiar
Em nossa jornada, notamos que ambientes que tratam o colaborador como parte ativa da solução, e não do problema, colhem melhores frutos na longevidade dos vínculos.
Dar autonomia deve vir acompanhada de confiança, empoderamento e responsabilidade clara sobre entregas e resultados. Isso inclui decidir horários, métodos de trabalho e até pequenas escolhas diárias, como a flexibilidade para retirar uma refeição sem burocracia.
Plataformas como o Entre horas viabilizam esse conceito, simplificando tarefas cotidianas e reforçando a mensagem: "confiamos na sua capacidade de autogerir seu tempo e preferências".
A autonomia gera engajamento verdadeiro.
7. Bem-estar e equilíbrio: cuidando das pessoas por inteiro
Consideramos um ambiente saudável não só aquele que previne doenças, mas que valoriza o cuidado integral da pessoa: físico, emocional, social e financeiro.
Programas de saúde física (convênios, acompanhamento nutricional, pausas ativas), mental (escuta psicológica, dias de folga para autocuidado) e social (integração, ações solidárias) reforçam o elo entre empresa e colaborador.

Além disso, soluções práticas que reduzem estresses cotidianos, como a possibilidade de comprar e retirar refeições ou café de maneira autônoma e rápida, somam pontos valiosos na percepção de valor do trabalho. O Entre horas tem-se revelado uma aliada para empresas que querem oferecer comodidade no próprio ambiente profissional.
Vale lembrar: ações de bem-estar não devem ser pontuais, mas constantes. Cuidar bem da equipe é cuidar da reputação e do futuro organizacional.
8. Integração entre áreas: colaboração para inovar
Ambientes fragmentados, onde departamentos atuam como "ilhas", dificultam o engajamento e alimentam conflitos desnecessários.
Já vivenciamos empresas em que a integração entre áreas era estimulada através de projetos transversais, mentorias cruzadas, cafés colaborativos e eventos internos regulares. O resultado sempre se traduziu em:
- Redução do número de conflitos e aumento da troca de ideias
- Emergência de soluções criativas a partir de múltiplas perspectivas
- Aproximação entre perfis, funções e senioridades
- Senso coletivo de realização
Tecnologias e plataformas digitais também funcionam como pontes para essa integração. Soluções como Entre horas funcionam não apenas como benefício, mas também como ferramenta de aproximação, criando pontos de encontro informais e facilitando a comunicação transversal.
Quando todos colaboram, todos crescem.
9. Monitoramento de indicadores: dados para agir melhor
Fazer a gestão de pessoas baseada apenas em impressões nunca nos trouxe bons resultados. Em tempos de desafios constantes, decidimos utilizar indicadores para identificar, antecipar e agir frente aos riscos de perdas de talentos.

Alguns dos principais KPIs monitorados por líderes e RH incluem:
- Índice de turnover (saídas voluntárias e involuntárias)
- Nível de engajamento em pesquisas internas
- Adesão a programas de bem-estar e benefícios
- Avaliações de desempenho e promoções internas
- Feedbacks espontâneos sobre clima e liderança
Ferramentas que centralizam informações, como o Entre horas, permitem acesso rápido a dados sobre uso de benefícios, preferências dos colaboradores e hábitos de consumo interno, municiando líderes com insumos valiosos para direcionar as estratégias.
Essa atenção aos dados foi reforçada com o levantamento do IBGE, que mostrou recorde no número de empregos com carteira assinada (notícia do IBGE). Manter um olhar analítico contribui para ajustar as ações de retenção de forma ágil e efetiva.
Como transformar o ambiente na prática?
Mais do que implantar benefícios ou plataformas digitais, falamos de construir um novo olhar sobre a experiência do colaborador. Os detalhes fazem toda a diferença.
Com base nos nove pilares apresentados, elaboramos um roteiro simples para acelerar a transformação:
- Escute sua equipe: crie espaços regulares de escuta ativa
- Analise os dados: levante indicadores-chave e monitore tendências
- Personalize ofertas: adapte benefícios e oportunidades à pluralidade do time
- Invista na liderança: capacite gestores para a proximidade, escuta e desenvolvimento
- Integre as áreas: incentive projetos em conjunto, rodízios e eventos colaborativos
- Ofereça autonomia: dê flexibilidade em processos e rotinas, utilizando plataformas que valorizem a autogestão
- Reconheça continuamente: celebre conquistas individuais e coletivas
- Promova o bem-estar: cuide do todo, indo além do salário
- Comunique sempre: mantenha o canal aberto, sem medo de ajustes de rota
Resultados sólidos nascem do olhar atento e da disposição para aprimorar um pouco a cada dia. E lembramos: um ambiente que retém talentos é aquele que cuida de pessoas de verdade.

O papel das plataformas corporativas e a experiência no Entre horas
A transformação digital modificou não só formas de trabalho, mas também o modo como vivenciamos o cotidiano nas empresas. Plataformas modernas centralizam desde o pedido de um café até o acompanhamento de indicadores de RH, tornando a rotina menos burocrática e mais focada em valor.
O Entre horas ocupa esse espaço como um elo entre empresa, equipes e estabelecimentos internos, promovendo:
- Facilidade no acesso a benefícios práticos, como alimentação e bebidas, controláveis por RH e customizáveis pelos usuários
- Transparência e simplicidade: pagamentos via Pix, retirada rápida, menor tempo perdido em filas
- Dados integrados para monitoramento do uso, adesão e engajamento
- Um instrumento estratégico de valorização e engajamento, sem complicação
Com essa facilidade, colaboradores sentem-se mais respeitados em suas necessidades. Ao mesmo tempo, empresas ganham previsibilidade e controle sobre a experiência interna.
Quando a solução é rápida e eficaz, sobra tempo para inovar.
Resultados sólidos: impacto da retenção na empresa
Empresas que cuidam da permanência não só elevam os resultados, mas criam um ciclo virtuoso de clima, reputação e atração de novos profissionais.
Segundo a RAIS 2023, o estoque de vínculos ativos se mantém alto, ultrapassando 54 milhões, e com um setor de Serviços liderando no oferecimento de remuneração média elevada (RAIS 2023). Isso inclui empresas que apostam em clima saudável, benefícios flexíveis e integração – as bases para manter talentos engajados e produtivos desde o primeiro dia.
Em nossa experiência, a retenção é uma construção diária e coletiva. Não há atalhos. O segredo está em escutar, adaptar e valorizar o que a equipe tem de único.
O futuro da retenção é humano e digital
O caminho da valorização profissional segue em constante evolução. A tecnologia será cada vez mais presente, mas o toque humano nunca deixará de ser o ponto central.
Entre estar alinhado à digitalização e manter o ambiente acolhedor, optamos por unir ambos, sempre colocando as pessoas no centro de tudo. O futuro pertence a empresas que entendem as necessidades reais e investem em soluções que simplificam, unem e motivam de verdade.

Se sua empresa deseja transformar o clima, engajar a equipe e reinventar a experiência de todos, está na hora de apostar em plataformas eficientes, escuta ativa e benefícios que façam sentido. Convidamos você a conhecer melhor como o Entre horas pode ser um aliado prático e inovador nessa jornada de retenção de talentos e clima organizacional fortalecido. Fale conosco hoje mesmo e dê o próximo passo em direção ao futuro do trabalho.
Perguntas frequentes sobre retenção de talentos
O que significa retenção de talentos?
Retenção de talentos é o conjunto de estratégias e ações adotadas por uma empresa para manter seus colaboradores mais qualificados e engajados por mais tempo, evitando saídas voluntárias e reduzindo o turnover. Isso inclui benefícios, cultura, oportunidades de crescimento e um ambiente que valoriza as pessoas.
Como posso reter talentos na empresa?
Para manter seus melhores profissionais, recomendamos apostar em benefícios personalizados, plano de carreira claro, liderança empática, feedback constante, bem-estar e autonomia, além de investir em integrações entre áreas e tecnologias que facilitem o dia a dia, como o Entre horas. Adaptar estratégias à sua realidade é fundamental para gerar resultados consistentes.
Quais práticas ajudam a manter funcionários?
Práticas como oferecer um cardápio de benefícios flexível, promover reconhecimento frequente, fornecer feedbacks honestos, criar planos de desenvolvimento transparentes, cuidar do equilíbrio emocional e facilitar o acesso a soluções digitais internas fazem muita diferença na manutenção a longo prazo dos colaboradores.
Por que é importante investir em retenção?
Investir em permanência reduz custos com contratações, aumenta o engajamento das equipes, melhora o clima organizacional e fortalece a reputação da marca, gerando ganhos em inovação e resultado. Empresas com alta rotatividade enfrentam desafios financeiros, como mostram estudos econômicos recentes.
Como melhorar o ambiente e reter talentos?
Melhorar o ambiente requer escuta ativa dos colaboradores, incentivos à colaboração, criação de espaços de bem-estar, comunicação transparente e uso de ferramentas que simplifiquem rotinas, como soluções digitais internas. A personalização e o cuidado contínuo consolidam o desejo do colaborador de permanecer na empresa.
